O facto ocorreu numa altura em que os “militares” mostraram-se incapazes de conservar a vantagem que detinham durante boa parte do desafio referente à quarta jornada do campeonato nacional, disputado no pavilhão da Cidadela.

Entre cânticos e assobios, os poucos apoiantes “agostinos” presentes gritavam “Paulo Macedo fora, Paulo Macedo fora”, ao mesmo tempo que alguns atletas, a partir do banco de suplentes, e membros da claque organizada, nas bancadas, tentavam acalmar aqueles que se manifestavam mais inconformados com a situação.

Depois de três períodos bem disputados em que andou quase sempre na liderança, o 1º de Agosto viu-se ultrapassado no placar no princípio do quarto e último período com um triplo de Olímpio Cipriano, que colocou o resultado em 72-69 favorável aos petrolíferos, e daí em diante não mais voltou a alcançar o adversário, com a diferença a rondar entre os dois e oito pontos.

Os adeptos “sugeriam” ao técnico que pedisse de imediato um minuto de desconto, no intuito de frear o ímpeto ofensivo do adversário, mas este não “atendeu”, pois solicitou a paragens mais tarde.

Tal situação desagradou os apoiantes do clube, que viam o Petro a “fugir” no marcador, pelo que meteram-se aos gritos de protesto contra a manutenção do treinador no cargo.

Trata-se da primeira derrota da equipa no campeonato nacional, em sete jornadas, primeira do ano frente ao Petro, mas terceira desde a abertura da época 2019/20, em quatro desafios com o arqui-rival (Supertaça, Campeonato Provincial e agora no Nacional). O D’Agosto ganhou no torneio Victorino Cunha.

Apesar do desaire, os “militares” somam os mesmos 13 pontos que o Petro e Inter na co-liderança da prova.

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