Afirmou ter faltado mais oportunidades já que durante longo tempo foi a terceira opção, depois dos atacantes Akwá e Quinzinho, juntando-se o facto de ser orientado a jogar, quase sempre, para estes e não como finalizador.

O actual técnico-adjunto do Petro de Luanda, que fez estas declarações à Rádio -5, particularizou a sua presença no Mundial, argumentando que na época estava em boa forma e tinha sido o melhor marcador  no Campeonato Africano, cinco meses antes, no Egipto.

Disse que foi pouco utilizado, desde os jogos de preparação até ao evento.

Embora insatisfeito pelo constrangimento, particularmente durante o inédito Campeonato do Mundo, referiu ter vivido bons momentos no combinado nacional.

Relativamente ao estado do desporto nacional, o antigo internacional apelou a intervenção do Estado para a melhoria da actual situação.

Flávio Amado representou o Ara da Gabela (1997), Académica do Lobito (1998/1999), Petro de Luanda (2000/2005), Al-Ahly (2005/2009) Al Shabab da Arábia Saudita (2009/2011), Lirce da Bélgica (2011/2012) e Petro de Luanda (2013/2014).

Foi campeão do Girabola (2000 e 2001), conquistou três taças de Angola (2000, 2002, 2013), três Supertaças de Angola (2002, 2003 e 2013).

No Egipto, venceu a liga local (2005, 2006, 2007, 2008 e 2009), conquistou quatro Supertaças, duas Taças do Egipto, três Ligas dos Campeões, além de ter participado em três mundiais de clubes.

Ao serviço da selecção nacional obteve duas taças da COSAFA em 2001 e 2004.

Individualmente, Flávio foi duas vezes melhor marcador do Girabola (2001 e 2002), duas vezes melhor marcador da Liga Egípcia, melhor marcador da Liga dos Campeões da África, melhor marcador da Taça Nelson Mandela, melhor futebolista a jogar em África.

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