Em véspera deste encontro, pontuável à primeira “mão” da penúltima eliminatória de acesso à fase final do Campeonato Africano das Nações (CHAN'2020), a decorrer nos Camarões, os Palancas Negras ocupam 32ª posição em África contra a 22ª do opositor.

No histórico, trata-se do 12º jogo entre estes dois contendores. Nos 11 desafios disputados conta-se sete vitórias de Angola, três empates e uma única derrota.

Em 2000, a selecção nacional infligiu ao adversário da tarde deste domingo uma goleada de 7-1, no Estádio da Cidadela, para a segunda “mão” das eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo de 2002, co-organizado pelo Japão e Coreia do Sul.

Contas à parte, um triunfo da selecção teria duplo efeito: Ficaria mais próxima da qualificação ao campeonato reservado a jogadores que evoluem nos respectivos países e, por outro lado, significaria aproximação com o público, após eliminação prematura no CAN2019.

Mas a preparação de Angola, tal como sucedeu por ocasião do CAN organizado pelos faraós, foi marcada apenas por um jogo treino com o 1º de Agosto (1-1), situação que se agrava com a troca de treinador.

A Federação Angolana de Futebol substituiu o técnico sérvio Srdjan Vasiljevic por Silvestre Pelé, este último trabalha habitualmente com o escalão de Sub-23. O facto pode influenciar negativamente no rendimento desportivo da equipa, mas ainda assim, Angola é favorita, mesmo a jogar na condição de visitante.

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