Akwá reprova o comportamento da FAF devido às informações que recebe na rua por parte de alguns dirigentes do organismo, que alegam estar a tratar do assunto que o deixará livre do castigo dado pela FIFA há mais de dez anos.

“A verdade é que quando me encontro com os dirigentes da FAF, dizem que estão a resolver o assunto. Não é preciso encontrar-me com eles para dizerem isto. A FAF tem os meus contactos e podia muito bem ligar-me dizer que está a tratar do assunto, mas não tem sido o caso”, desabafou.

O ex-internacional mostra-se triste com esta situação e lamenta por não estar livre do castigo que surgiu em 2008, através daquele seu ex-clube que chegou a recorrer à FIFA, alegando que não tinha dado dispensa para jogar pelos Palancas Negras.

 “O tempo vai passando e não vejo nada, mas, à minha maneira, continuo a bater várias portas até encontrar solução”, concluiu o ex-jogador que chegou a Deputado da Assembleia Nacional.

Vale reforçar que Akwá "pendurou as botas" mais cedo, aos 30 anos, devido ao castigo da FIFA. Actualmente, tem 42 anos e poderá abraçar a sua nova carreira como dirigente da modalidade depois de liquidar a referida multa.

Recorde-se que, depois de o ex-jogador sair do Al-Wakra por alegada falta de dispensa, marcou o golo mais importante da história do futebol angolano, em Kigali, Ruanda, que apurou os Palancas Negras para o primeiro e único Mundial, decorrido em 2006 na Alemanha.

Além daquele clube, no Qatar, a antiga estrela angolana também brilhou no Al-Gharafa e no Qatar SC. Em Portugal, passou pelo Sport Lisboa e Benfica, Académica, Alverca e encerrou a carreira no Petro de Luanda, após iniciar no Nacional de Benguela.

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