Reagindo à indicação para a participação no evento, após desistência do outro concorrente, o Interclube, disse que o reforço do plantel será prioridade para o alcance de tal desiderato, sem, no entanto, adiantar mais pormenores sobre o assunto.

Na última participação no evento de clubes, em 2016, os lundas chegaram até aos quartos-de-final.

Sapiri indicou estar a equipa técnica a trabalhar já no programa para a próxima época com vista a competição continental e a melhoria da prestação nas provas internas.

Na presente temporada (2019/2020), o Sagrada Esperança chegou às meias-finais na Taça de Angola e estava a um passo da final, em caso de vitória ou empate diante o Interclube, na segunda-mão, depois de o derrotar na primeira-mão por 3-1.

Sobre a nomeação do clube por parte da Federação Angolana de Futebol, referiu que “se não fosse pela covid-19, que forçou a anulação da época, a equipa podia chegar à final da Taça de Angola”, o que lhe permitiria ser um dos representantes na prova continental.

Campeã nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999), o Sagrada Esperança já participou em três ocasiões na Taça da Confederação, em 1992 (eliminada na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

Evoluiu, também, por duas vezes, na Liga dos Campeões, designadamente, em 2005 (primeira fase) e 2006 (preliminares).

Além do Sagrada Esperança, representam o país nas competições africanas o FC Bravos do Maquis (Taça da Confederação), Petro de Luanda e 1º de Agosto (Liga dos Campeões).

Em recente entrevista à Angop, no Dundo, o presidente de Mesa da Assembleia-Geral, Ernesto Muangala, disse que o Sagrada Esperança foi autorizado pelo seu principal patrocinador, a Endiama, a contratar novos jogadores, tendo em conta os próximos compromissos.

O responsável não adiantou números, mas deixou patente que os valores para a época 2020/2021estão garantidos.

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