A distinção do clube angolano deve-se à sua prestação na edição de 2018 na Liga dos Clubes Campeões Africanos, onde foi eliminado nas meias-finais pelo Esperance de Tunis (2-4), com arbitragem tendenciosa do zambiano Janny Sikazwe.

A lista da revista, fundada em 1960, em Tunis, é liderada pelo Esperance de Tunis (campeão africano de clubes), seguido pelo Raja de Casablanca de Marrocos e Al-Ahly do Egipto. O AS Vita Club (RDC) ficou na quarta posição.

Na presente edição da “Champions”, 1º de Agosto foi afastado, prematuramente, pelo AS Otoho do Congo Brazzaville, após derrota de 0-2 na segunda mão, perdendo a vantagem (4-2) que trazia do primeiro desafio, em Luanda.

O clube "militar", fundado em 1977, é a segunda formação mais titulada a nível do Girabola, com 12 troféus, atrás do Petro de Luanda, com 15.  Possui ainda cinco taças de Angola e oito Supertaças.

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