José Carvalho da Rocha indicou que a nova operadora terá de entrar em funcionamento no prazo máximo de um ano e que terá 45 dias para cumprir os requisitos que antecedem a atribuição da licença (Titulo Global Unificado, TGU).

Segundo o ministro, a Telstar, empresa recente no mercado angolano, terá de pagar 15% dos 120 milhões de dólares (106 milhões de euros) do valor da licença no prazo de um mês e meio, depois de ter pagado os 120 mil dólares (106 mil euros) relacionados com o caderno de encargos.

Das 27 entidades que manifestaram interesse no concurso aberto em 27 de novembro de 2017, apenas seis passaram a primeira fase e só duas cumpriram todos os requisitos previstos no caderno de encargos.

Atualmente, Angola conta com três operadoras, com a Unitel a liderar o mercado, com cerca de 80% de quota, à frente da Movicel, com um peso de cerca de 20% e a Angola Telecom (empresa estatal em processo de privatização) com uma posição residual.

Em 29 de março passado, a Movicel assinou uma parceria com a britânica Vodafone, tendo o diretor regional para África daquela operadora, Vic Pavel, garantido que a empresa não tenciona comprar ações de qualquer operadora angolana, nem mesmo para a quarta licença.

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