A empresa angolana já opera desde 2018 a rota internacional Luanda-Windhoek.
O acto inaugural foi presidido pelo presidente do conselho de administração da Macom, Luís Máquina e testemunhado pelo secretário-geral do Ministério dos Transportes e Vias de Comunicação da RDC, Donat Bagula Mugangu e pelo encarregado de Negócios da Embaixada de Angola na RDCongo, ministro conselheiro, Alberto Cabongo.
Ao intervir na cerimónia desta nova rota rodoviária internacional, Luís Máquina disse que Angola partilha uma vasta fronteira comum com a República Democrática do Congo, país irmão, com quem possui laços de amizade de fraternidade e familiar entre os seus povos fronteiriços e não só, como também as trocas comerciais que são bastantes significativas e promissoras.
De acordo com o gestor, com a criação da Macon-Congo, e com a permissão das autoridades do ministério dos transportes e Vias de Comunicação e das Autoridades governamentais, a operadora junta-se às empresas e pessoas singulares que realizam o transporte de pessoas para as várias regiões da RDC, contribuindo assim para uma maior oferta de transportes públicos rodoviários.
Por sua vez, o encarregado de negócios da embaixada de Angola em Kinshasa, Alberto Cabongo, solicitou à direcção da Macon-Congo a engajar a comunidade angolana na sua empresa, com vista a dignifica-la e valorizá-la.
Por seu turno, o secretário-geral dos Transportes e Vias de Comunicação da RDC, Donat Bangula, declarou ser um orgulho consagrar, através deste evento, a implementação da integração sub-regional no que toca a mobilidade das pessoas, um aspecto importante, mas outrora menosprezado.
“Com a abertura desta linha, Macon-Congo dá a sua contribuição aos esforços do governo no sector dos transportes”, indicou o governante da RDC, antes e convidar outras empresas do sector a seguir os passos de Macon-Congo, para que a integração regional seja efectiva na República Democrática do Congo.
Para a frota, que iniciou a operar nesta sexta-feira, a empresa investiu 6,5 milhões de dólares norte-americanos e como resultado da aplicação serão criados, só na rota com a RDCongo, pelo menos 20 novos postos de trabalhos, entre motoristas, cobradores e auxiliares administrativos.
A transportadora angolana emprega dois mil e 900 trabalhadores directos e 500 indirectos.
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