“ Os motoristas, que partem de uma das províncias, levando bens para Luanda, devem apresentar as autoridades nos postos de controlo um manifesto de passageiros, onde se descreve quantos levam, desde a sua origem, certificada pela empresa ou o proprietário da viatura, para se evitar que de regresso tragam pessoas que pulam a cerca sanitária”, sugeriu Felismino Ricardo, numa ronda efectuada pela a Angop.

Francisco José realça que se uma viatura tem um motorista autorizado a circular para levar bens para zonas com cerca sanitária, “ é claro que o passageiro deve ser, igualmente, detentor de um documento que está autorizado pela mesma empresa, sob pena ser uma fraude para enganar as autoridades”.

Manuel José disse ser comum, pelos noticiários, ouvirem que cidadãos pularam a cerca sanitária e deslocaram-se para a região centro e Sul, passando pela província do Cuanza Sul. “ Há que se ser mais rígidos com os camionistas, automobilistas e motoqueiros para que, desta forma, todos contribuírem para que esta doença não se propague.

“ Penso que a par da apresentação de um manifesto da carga, um manifesto de passageiros seria uma medida que em muito pode consciencializar os cidadãos que a doença é real e mata”, rematou Simão Carlos.

De acordo com o secretário permanente da Comissão Provincial para Resposta a Pandemia, Felizardo Manuel, a província do Cuanza Sul tem um registo total de quatro casos positivos, nos municípios do Sumbe, um (falecido), Cassongue dois (recuperados) e Libolo um activo em tratamento, sem serem mencionados pela Comissão Multissectorial.

No período de 3 a 9 deste mês, a Comissão Provincial realizou 93 testes rápidos de Covid-19, dos quais 15 resultaram em IGM e cinco IGG reactivos.

A província tem um cumulativo de 563 testes rápidos, dos quais 31 reactivos IGM+IGM+IGG, cujas amostras estão em processamento em Luanda.

Pelo menos 93 cidadãos encontram-se em quarentena (67 domiciliar e 26 institucional).

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