As forças de segurança puseram fim esta tarde ao ataque no hospital de Dasht-e-Barchi, matando todos os assaltantes.

O ataque que fez ainda 15 feridos começou esta manhã quando três homens armados disfarçados com fardas da polícia irromperam no estabelecimento dispararando e lançando granadas, segundo as autoridades.

A população está em estado de choque e após estes ataques em Cabul que vivia uma relativa calma nos últimos meses.

Os talibãs rejeitam a autoria dos dois ataques 

No leste do país, na província de Nangarhar, na fronteira com o Paquistão, foram igualmente mortas 24 pessoas e 68 outras ficaram feridas num atentado suicida cometido durante o funeral de um chefe da polícia, no qual participavam responsáveis nacionais e um deputado, que declarou que o balanço poderá ser mais pesado.

Os talibãs, que têm sido abordados pelos Estados Unidos para participarem em negociações de paz, rejeitaram qualquer responsabilidade nos dois ataques e ignora-se quem estará por detrás dos atentados.

O grupo jihadista do Estado Islâmico, presente na província de Nangarhar, reivindicou nos últimos meses vários ataques mortíferos em Cabul. O chefe do seu ramo regional, Abou Omar Khorasani, foi preso ontem na capital afegã.

Entretanto, a Amnistia internacional condenou os dois ataques como "crimes de guerra insensatos no Afeganistão”.

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