Em declarações na cidade da Praia, Cabo Verde, Luísa Damião Santos reiterou a opção pela luta contra a corrupção do Presidente João Lourenço.

“Não há perseguição política e nem justiça seletiva como alguns dizem porque a prática mostra todos os dias que nós estamos a combater vários focos de corrupção, não só na pirâmide, mas também na base”, afirmou Santos aos jornalistas, dando como exemplo a prisão de “alguns administradores que foram acusados de peculato e foram detidos, prova evidente que a justiça está a fazer o seu trabalho”.

Questionada sobre relatos de que este combate está a provocar um certo mal-estar no seio do partido no poder, Luísa Damião Santos disse que “a luta contra a corrupção não pode causar ruídos nenhuns por se tratar de um programa aprovado pelos próprios militantes” do MPLA.

“Fizemos isso com coragem e determinação por entendermos que havia males a combater, aliás o lema do nosso partido neste momento é melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”, enfatizou a vice-presidente do MPLA que se encontra na cidade da Praia para participar no congresso do PAICV, que se realiza neste fim-de-semana.

Santos fez as declarações no final de uma visita à presidente daquele partido na oposição em Cabo Verde, Jandira Hopffer Almada, e membro da Internacional Socialista, tal como o MPLA.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.