Os estudantes aproveitaram o encontro com a dirigente, que cumpre desde quarta-feira uma visita de trabalho de quatro dias à Cabinda, para manifestar desalento em relação ao atraso das obras do edifício, que realizaria o sonho académico de muitos.

As obras, iniciadas em 2010 deviam ser concluídas em 2020. Entre outras estruturas de apoio, prevê a construção de 24 salas de aula, mas numa primeira fase estão a ser construídas apenas 12, sendo seis para a Faculdade de Economia e outras seis para o Instituto Superior de Ciências da Educação (Isced). A empreitada está avaliada em 23 milhões de dólares.

Os jovens solicitaram também a construção de mais de 16 salas de aula para se juntar ao igual número já existente no ISCED, para responder a procura que se regista todos os anos.

Luísa Damião, que visitou as obras do Campus Universitário do Caio, disse ter registado as preocupações que vão merecer discussão e atenção do MPLA para se encontrar a uma saída.

No cumprimento da sua jornada de trabalho, a vice-presidente do MPLA encabeçou uma campanha de plantação de árvores no polígono do Ntó, sul de Cabinda, e visitou o projecto habitacional na zona do Zongolo, onde estão erguidas 300 casas sociais de tipo T3, algumas já habitadas.

Constatou também o andamento das obras do futuro Hospital Regional de Cabinda, na região do Chibodo.

Integra a comitiva da vice-presidente do MPLA o secretário-geral do partido, Paulo Pombolo.

Sexta-feira, a vice-presidente do MPLA receberá, em audiências separadas, entidades eclesiásticas, tradicionais e antigos combatentes.

O acto político de massas, a decorrer no Campo Gimnodesportivo do Multiusos do Mbaca, no sábado, vai encerrar a jornada de Luísa Damião em Cabinda.

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