A Universidade de Aveiro (UA), em Portugal, está a adaptar um software de gestão da actividade parlamentar para Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

A adaptação do software de informação parlamentar e legislativo, desenvolvido pela ONU com o objectivo de ajudar a controlar as actividades internas dos parlamentos, está a ser preparada por uma equipa de investigadores do Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática da UA, de acordo com comunicado enviado à redacção do SAPO pela UA.

“Como o Bungeni [nome do programa] é genérico em relação ao cenário de cada parlamento, não resolve o problema de nenhum em específico. O programa tem é a potencialidade de ser adaptado à realidade de cada um”, explica Joaquim Sousa Pinto, especialista em sistemas de informação e telemática, coordenador do projecto.

Desenvolvido pelo Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), o programa, chamado "Bungeni", é baseado em software livre. Esta característica permite baixar o custo de instalação, razão pela qual foi especialmente pensado pela ONU para os parlamentos de países em vias de desenvolvimento.

O software pretende servir de ponto de entrada para os cidadãos de modo a aumentar a transparência e a participação colectiva nas actividades parlamentares.

@SAPO

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