A mesma fonte acrescenta que a administradora preferiu dinheiro em mão ao invés da transferência bancária, em carta enviada à empresa em abril.

“[Solicito] que a partir da data de hoje a forma de pagamento da remuneração acordada seja efetuada em numerário e em mão, para levantamento na sede da empresa ou num balcão do banco que me vier a ser indicado por V/ para o efeito”, escreveu Santos, segundo o jornal que também pública a resposta da Unitel. “Sendo a Unitel uma empresa que se rege por elevados padrões de compliance [cumprimento da lei] não pode, de modo algum, estar envolvida em qualquer situação que possa sequer levantar qualquer tipo de suspeita neste domínio”, surge no jornal português

Na nota a equipa equipa jurídica da operadora mencionou ainda a lei de prevenção e combate ao branqueamento de capitais de Angola que obriga à comunicação às autoridades de pagamentos em numerário superior a 15 mil dólares para justificar a decisão.

Isabel dos Santos, segundo o jornal, ameaçou abrir um processo judicial contra os administradores da Unitel, tendo a empresa solicitado que ela indique outra conta na qual pode depositar o dinheiro.

A empresária tem várias contas sob arresto desde dezembro de 2019 por decisão do Tribunal Provincial de Luanda, por dívidas ao Estado.

A empresária ainda não reagiu.

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