Em entrevista à TV Zimbo, o político disse que esta era uma das questões que animou o debate político a nível interno e ficou decidido, de forma clara, que o presidente do partido será o cabeça de lista.

Eleito no último congresso da UNITA, realizado de 13 a 15 deste mês, Adalberto da Costa Júnior disse que vai trabalhar para que o seu partido seja alternância do poder nas autarquias e eleições gerais.

Neste particular, defendeu maior celeridade no processo de preparação das autarquias.

Disse que o partido efectuou uma actualização dos seus programas de governação com objectivo de se aproximar ao cidadão, fazendo das suas causas os actos da organização.

Reafirmou a sua aposta na formação da juventude e empoderamento das mulheres, devendo contar com apoio de um elenco misto e com várias tendências.

Para o efeito, frisou que montou uma máquina com quadros qualificados, dedicados e com representatividade de carácter nacional.

Durante a entrevista, o terceiro líder da história da UNITA falou do combate à corrupção e criticou a morosidade no andamento dos processos, ao mesmo tempo que defendeu a abrangência desta política.

Adalberto da Costa Júnior voltou a defender a revisão da constituição, principalmente, em relação ao sistema de eleição do presidente.

Reclamou da necessidade de maior pluralidade na comunicação social, tendo reconhecido que também já não se justifica que Rádio Despertar seja tutelado pela UNITA, mas sim disponível para o serviço público.

De 57 anos de idade, Adalberto da Costa Júnior, que substituiu Isaías Samakuva, foi eleito com 594 votos (53,4 porcento).

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