Segundo um comunicado do chefe da diplomacia da UE, Josep Borrell, o Presidente Nicolás Maduro convidou a UE para enviar uma missão de acompanhamento eleitoral”, conceito que a instituição não reconhece.

Para a UE, não estão para já reunidas “as condições mínimas de credibilidade, transparência e inclusão” que validem o envio de uma missão de observação eleitoral que possa exercer as suas funções sem interferências ou obstruções.

Borrel salienta ainda que 27 partidos da oposição a Maduro, incluindo os com assento na Assembleia Nacional, anunciaram em 02 de agosto a sua intenção de não participar nas eleições e pediram um adiamento da data.

As autoridades venezuelanas deram conta à UE, por carta, de um acordo chegado com parte da oposição para o adiamento das legislativas, o que Borrell considera “um passo na direção certa, mas ainda insuficiente.

De modo a poder enviar uma missão de observação eleitoral, a UE quer ver respondidas mais exigências da oposição venezuelana.

O assunto será debatido no próximo conselho informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em 27 e 28 de agosto, e deverá ser ainda convocada em breve uma reunião ministerial do grupo de contacto internacional para a Venezuela.

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