José Ribeiro, também antigo Presidente do Conselho de Administração das Edições Novembro, que tutela o JA, foi arrolado num processo judicial, devido a uma matéria jornalística da autoria da jornalista Kátia Ramos e publicada no JA a 9 de Maio de 2017, que dava conta que Barnabé Raimundo havia sido excluído do pleito.

No texto, a jornalista relatou as razões da exclusão do candidato, citando correctamente o presidente da Comissão Eleitoral (CE), António Caldas, com as devidas aspas, como mandam as regras do jornalismo.

Hoje, no acórdão lido em primeira instância, pelo juiz Adélio Chocolate, foi igualmente absolvido António Caldas, enquanto Kátia Ramos (jornalista) e Sebastião Ventura (membro da Ordem dos Engenheiros de Angola), foram condenados a 35 dias de prisão, convertidos em multa e indeminização de kz.25 milhões (vinte e cinco milhões de kwanzas) para o ofendido.

Inconformados com a decisão do juiz, os advogados de defesa interpuseram recurso com efeitos suspensivos ao Tribunal Supremo.

Barnabé Raimundo intentou acção judicial por considerar caluniosas as razões apresentadas por António Caldas, da sua exclusão do pleito, na cerimónia pública em que o vencedor, o engenheiro Augusto Paulino Neto, tomou posse como novo bastonário da ordem.

O ex-director e PCA do Jornal de Angola foi exonerado em Novembro de 2017.

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