Em comunicado, a empresa informou que durante as negociações com o Sindicato de Pilotos de Angola (SPLA) foram alcançadas “soluções de consenso que constarão de um novo acordo laboral que não coloque em risco a sustentabilidade da empresa”.

Sem dar mais detalhes, a nota acrescenta que, no encontro, “foram analisados e discutidos os pontos constantes do caderno reivindicativo”, apresentado em meados de Agosto por pilotos e assistentes de bordo da TAAG, que ameaçaram com uma greve durante 10 dias, em protesto por melhorias salariais e valorização profissional.

Com mais de três mil empregados, a TAAG integra a lista das 195 empresas que o Governo angolano deve privatizar até 2022.

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