Segundo o diretor-geral do SME, João António Dias, o atual número de efetivos constitui preocupação para o organismo que dirige, sobretudo para a cobertura total das atividades a nível fronteiriço.

Para o comissário de migração principal, que falava hoje durante uma visita de deputados angolanos fizerem à sede da instituição, em Luanda, a atual forma de ingresso no Ministério do Interior constitui um problema para o SME.

“Agora para o ingresso no Ministério do Interior são os efetivos que saeam das forças armadas, isto é um problema e nós precisamos aqui de jovens com visão, com domínio de tecnologia de informação, de assuntos internacionais e é complicado para nós, nesta fase, a forma (…) para o ingresso, está difícil”, desabafou.

Por seu lado, o comissário de migração, Firmino Soma Vie, fez saber que o órgão que controla a mobilidade de cidadãos nacionais e estrangeiros em Angola conta com 18 direções provinciais, 61 representações municipais e 51 postos de fronteiras.

O SME mantém correspondência com 72 postos consulares e tem assinado vários acordos de livre circulação de pessoas e bens.

A formação de quadros, agilização do processo de concessão de vistos e o registo e cadastramento de refugiados e requerentes de asilo constituem alguns dos desafios do organismo, que pretende também implementar um Observatório Migratório Nacional.

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