Na reunião, em que Angola participou com uma delegação chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António, os participantes debruçaram-se sobre o impacto socioeconómico da pandemia e suas implicações para a região da SADC e a situação financeira da organização.

Em nota de imprensa enviada à ANGOP, a propósito da sessão orientada a partir de Dar-es Salaam (Tanzânia), o Ministério das Relações Exteriores (MIREX) de Angola sublinhou a analise do grau de cumprimento das decisões do Conselho de Ministros anterior e a gestão de riscos de desastres.

Conforme o documento, o MIREX refere também que mereceu a atenção dos Estados membros o grau de execução do lema da 39.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da SADC, a avaliação sobre o estado do comércio intrarregional e da industrialização da SADC.

A reunião decorreu durante três dias e encerrou os seus trabalhos na noite de sexta-feira (29).

Completaram a delegação angolana os ministros dos Transportes, Ricardo D'Abreu, da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, e da Saúde, Sílvia Lutucuta, as secretárias de Estado para as Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, e do Orçamento, Aia-Eza da Silva, entre outros membros do Executivo angolano e altos funcionários dos Departamentos Ministeriais.

A SADC tem como Estados-membros Angola, África do Sul, Botswana, República Democrática do Congo (RDC), Comores, Eswatini (antiga Swazilândia), Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

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