Assinala-se hoje, 4 de Abril, o 12º aniversário da assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo angolano e os rebeldes.

O documento, assinado pelo ex-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas, general Armando da Cruz Neto e do então responsável do Alto Comando das Forças Militares da Unita, Geraldo Abreu Muendo "Kamorteiro", mudou o curso da História da República de Angola.

Esta data significa o fim de 25 anos de guerra e o começo da reconstrução do país, marcando uma viragem decisiva no processo político e no desenvolvimento de Angola, que foi facilitada pela morte em combate, a 22 de Fevreiro de 2002, de Jonas Savimbi, o fundador e antigo líder da UNITA.

O povo angolano considera esta data uma das suas maiores conquistas após a Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.

Hoje, depois de ultrapassar muitos obstáculos, os angolanos partilham o mesmo desejo: jamais reviver um período de conflito e continuar a assistir à reconstrução e edificação da nação angolana.

Conquistada a paz, novos desafios se colocam ao povo angolano, pois torna-se necessário continuar a envidar esforços para a sua consolidação, através do desenvolvimento de um conjunto de acções, que visem combater a fome e a pobreza.

Isabel Bernardo

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