“Como a maioria dos países da UE [União Europeia] impôs restrições de voos ou outras proibições, mais de 90% dos aviões da Ryanair ficarão em terra nas próximas semanas. Cumpriremos todas as restrições impostas. Estamos a trabalhar com os governos da UE para tentar manter algumas ligações mínimas de voo abertas por razões de emergência, mesmo que a ocupação de passageiros nestes voos seja muito baixa”, indicou, em comunicado, a companhia aérea irlandesa.

A empresa decidiu ainda estender a sua programação limitada até 09 abril, ressalvando que vai operar os voos em causa diariamente ou semanalmente, podendo estes ser consultados no seu ‘site’.

De acordo com a transportadora aérea, os aviões são desinfetados diariamente e é garantido o distanciamento social durante os voos.

“A Ryanair pede sinceras desculpas pela imobilização sem precedentes da nossa frota de aeronaves, e pelas interrupções que isto possa ter causado, mas todos devemos trabalhar em conjunto com os governos da UE para minimizar o impacto da COVID-19 nos nossos cidadãos e nos nossos serviços de saúde”, notou.

Na passada terça-feira, a empresa já tinha referido que a maioria da sua frota iria ficar em terra, mantendo-se um número reduzido de voos entre a Irlanda e o Reino Unido.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da COVID-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.