Em declarações aos jornalistas, à saída do encontro com o chefe de Estado angolano, o representante da ONU deixou palavras de gratidão dirigidas ao povo e às autoridades angolanas.

“Senti-me sempre muito querido, muito apreciado”, sublinhou Baladelli, acrescentando estar consciente do atual “momento muito difícil, muito delicado” que não é exclusivo de Angola, numa alusão à pandemia de covid-19 que já provocou mais de 500 mil mortos em todo o mundo.

“Ainda vai durar um tempo, talvez quase dois anos, talvez não com esta intensidade, mas sim com a necessidade de manter muita precaução relativamente ao vírus”, estimou o mesmo responsável, que é também médico especialista de saúde pública.

Paolo Baladelli admite que as perspectivas serão melhores quando “a vacina estiver disponível” e que é preciso “lutar para que a vacina esteja disponível para todos, para que seja um acesso universal”.

Quanto a Angola, expressou “confiança de que os angolanos têm a capacidade de ter um país desenvolvido, onde a família possa prosperar, e até um país que, no âmbito da região africana, tenha um papel de liderança, para que outros países do continente possam aprender”.

A próxima missão do responsável das Nações Unidas será na Venezuela.

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