Doze camiões disponíveis vão se encarregar de duas vezes por semana transportar 800 pessoas que vão deixar os campos em direcção a fronteira de Maxiri na província congolesa de Tchikapa.

O processo vai durar oito semanas e prevê repatriar quatro mil refugiados.

Em função do tamanho da família, os refugiados recebem 1,5 litros de água por pessoa e também um pacote de bolachas e uma lata de sardinha”, disse uma fonte ligada ao processo.

Médicos da organização Médicos do Mundo acompanham os refugiados até ao Congo.

Duzentas e vinte e duas pessoas saíram do assentamento no primeiro dia do repatriamento em direcção a fronteira de Maxiri até Mungamba na RDC.

O secretário de Estado da acção social Lúcio do Amaral testemunhou o reinício do processo e disse estar “tudo a correr da melhor forma, está organizado”.

Dados do do Alto Comissariados das Nações Unidas para os Refugiados, ACNUR, dão conta que 900 famílias pretendem ficar no assentamento do Lóvua.

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