A informação foi avançada hoje à Inforpress pelo comandante do Corpo de Bombeiros do Porto Novo, Corsino Fortes, que está a condenar as operações no terreno, explicando que por voltas das 02:00 e 07:00 de hoje houve alguns reacendimentos, pelo que o plano de vigia da floresta vai manter-se.

Esta reserva florestal, com uma extensão de dois mil hectares, considerado o “pulmão” de Santo Antão, ficou seriamente afectada pelo incêndio de grandes proporções, o pior uma vez já ocorrido nesse perímetro, que terá consumido perto de 100 hectares, área equivalente a 100 campos de futebol.

“O incêndio não está ainda extinto, está sim controlado e vamos continuar em alertar para evitar ressurgimentos de novos focos”, notou Corsino Fortes, considerando que durante a noite a situação esteve longe de ser considerada tranquila.

Estão envolvidos nesta operação cerca de 250 pessoas, entre bombeiros voluntários de Santo Antão e São Vicente, militares, guardas florestais e populares.

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