Agora, um grupo de trabalho foi criado para recorrer também aos tribunais internacionais, de acordo com uma deliberação desse grupo de trabalho criado na quinta-feira, 30, e lida por Nuno Álvaro Dala.

“Primeiro, vamos recorrer às instituições nacionais e internacionais conforme as leis, mas o grupo não descarta a possibilidade de manifestações de rua tão logo seja minimizada a situação de calamidade que o país vive”, afirmou Dala, para quem o grupo de trabalho para legalização do PRA-JA Servir Angola acredita que com o processo nas instâncias judiciais nacionais e internacionais as autoridades vão legalizar o partido.

“Acreditamos que sim, é possível que seja reconhecido”, assegurou no final da reunião dos promotores do Pra-Já Servir Angola.

Em entrevista recente à VOA, Abel Chivukuvuku disse que o MPLA tem “medo e fraqueza” do seu projeto e que a decisão de não permitir a legalização do mesmo foi decidida pelo Bureau Político do partido no poder.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.