“A ciência não se faz de barriga vazia a ciência exige sacrifício exige meios para ser devidamente ministrada e esses meios não existem. E em primeiro lugar mais importante no meio de tudo é o homem quando o homem está insatisfeito quando o homem não se sente valorizado por aqueles que têm essa função e pelo contrário é simplesmente desprezado e posto a parte naturalmente não é possível nós construirmos uma sociedade segundo quer o atual presidente, João Lourenço”, alerta Nahambo.

Os atropelos aos direitos dos docentes que reivindicam o pagamento de subsídios em atraso desde 2013 e o facto de não haver até agora eleições no ensino superior para a indicação de novos gestores como manda a lei, são, segundo aquele sindicalista, alguns dos fatores que podem levar a esta paralisação.

“Cogita-se que existem vários motivos, mas na verdade nós entendemos que se nós não demostrarmos uma postura diferente continuaremos com os problemas cada vez mais agudizados e voltaremos a ter gestores que são nomeados por bajulação e até por nepotismo estes são os factores que levarão eventualmente a uma greve no ensino superior”, acrescenta o presidente da mesa da Assembleia Geral do SINPES, que diz ter recebido garantias do governo do pagamento dos subsídios em atraso até 28 do corrente mês.

A VOA tentou sem sucesso obter uma reação da entidade patronal.

As aulas no Ensino Superior arrancam no próximo mês de Março.

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