A decisão foi tomada pelo juiz Jorge Chávez a pedido do Ministério Público, que está a investigar Villanueva por alegadamente ter recebido 60 mil dólares da Odebrecht em troca de adjudicar à empresa a construção de uma estrada na região de San Martín, onde era governador.

Os advogados do antigo primeiro-ministro e de outro ex-funcionário envolvido no caso, Marco Diaz, a quem foi também foi decretada a prisão preventiva, já recorreram da decisão.

O pedido foi interposto na terça-feira pelo procurador Germán Juárez, membro da equipa especial que investiga o caso Lava Jato no Peru, e que defendeu existir existir um alto risco de Villanueva obstruir a investigação.

Juarez disse que o ex-primeiro-ministro tentou infiltrar-se no seu gabinete através de contactos com outros procuradores.

O escândalo Odebrecht envolveu quatro ex-presidentes e vários outros políticos peruanos, nomeadamente a líder opositora Keiko Fujimori.

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