A exclusão do jornal brasileiro da licitação ocorreu após críticas ao Governo. Em outubro, Bolsonaro informou que iria cancelar todas as assinaturas do jornal em órgãos do poder Executivo.

Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro alega que a Folha divulga notícias falsas contra si e os seus aliados.

O Presidente também declarou publicamente que impediu a participação da Folha no edital porque o jornal “não serve nem para forrar galinheiro”.

Após excluir a Folha do edital, o chefe de Estado foi alvo de contestações judiciais e críticas de entidades de classe, grupos que defendem a liberdade de expressão e até mesmo juristas, que viram neste ato a prática de crimes de responsabilidade porque Bolsonaro terá violado a Constituição.

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