Falando na abertura do conclave da Liga da Mulher Angolana (LIMA), a decorrer até sábado, para a eleição da presidente da organização feminina do maior partido de oposição, sob o Lema ‘’Patriotismo, Unidade e Integridade’’, o dirigente político destacou que a unidade e coesão devem conduzir as acções das mulheres na organização, em particular, e de todos os membros da UNITA em geral.

Adalberto Costa Júnior realçou que face à crise provocada pela pandemia, encontrou-se um modo de conviver, respeitando escrupulosamente as normas de segurança sanitária, defendendo a vida, os empregos, a estabilidade das empresas e das famílias, para além do funcionamento das instituições, a realização do país e o não adiamento dos fundamentais compromissos estratégicos.

O Congresso, que decorre nas regiões Norte, Sul, Centro Sul e Leste, devido à Covid-19, está a ser realizado por meio das plataforma digitais.

Costa Júnior disse, no entanto, que tiveram o cuidado de informar as instituições competentes, para que tudo corresse dentro do rigoroso respeito às normas sanitárias.

Acusou as instituições dos órgãos de soberania da falta da realização das autarquias como interesse nacional, tardando com elevados danos a solução da situação social e económica de Angola.

Avançou que a LIMA pode contribuir com ideias exequíveis, sobretudo no capítulo do desenvolvimento social e humano, e ao crescimento económico.

O líder fez menção de que o Congresso será um bom laboratório de preparação do futuro.

A eleição da presidente, entre as três candidatas, acontece sábado, tendo como concorrentes Helena Bonguela, Domingas Jungulo e Manuela dos Prazeres.

O Congresso conta com 639 delegada de todo o país.

A LIMA foi fundada a 18 de Junho de 1972 nas margens do rio Kutaho (Mussivi), na província do Moxico, sob liderança de Osalina Kawina.

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