O Chefe de Estado angolano reagia aos apelos da oposição para a revisão da Constituição do país, para introduzir o modelo de eleição directa do Presidente da República, ao invés do actual, em que é eleito o cabeça de lista do partido mais votado.

Antes de viajar para Gatuna/Katuna, junto à fronteira entre o Rwanda e Uganda, para participar na Cimeira sobre estes dois países, João Lourenço lembrou que os deputados também foram eleitos por via de listas partidárias apresentadas ao Tribunal Constitucional.

Enfatizou que “não há deputado que se gabe de fazer campanha eleitoral, sozinho, sem integrar nenhuma lista partidária, e que, por mérito próprio, ganhou o direito de ser deputado”.

O Estadista angolano acrescentou que não se recorda de ter visto algum boletim de voto com nomes individuais de deputados, dando oportunidade aos eleitores para escolherem.

"Os eleitores escolheram partidos políticos e não escolhem pessoas", argumentou, recordando que a Constituição da República foi aprovada em 2010 pela Assembleia Nacional.

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