Morais António, que diz estar a ser vítima de uma campanha montada para manchar à sua imagem, requereu, na quinta-feira, ao Conselho Superior da Magistratura Judicial, a suspensão temporária ou definitiva do cargo de Presidente da CPE e Comissário-Presidente do mesmo órgão.

O  responsável viu-se envolvido num escandalo público que culminou com a divulgação de fotos e vídeos seus com diversas mulheres nas redes sociais.

Os disseminadores das imagens e vídeos nas redes sociais acusam Morais António de estar a propagar, nas suas relações, o vírus da Sida.

Em entrevista à Rádio Cuanza Sul, o responsável confirma a veracidade de algumas imagens publicadas, mas diz trata-se de mulheres com quem tem filhos.

Nega também ser doente, avançando que está saudável.

Conforme Morais António, as fotos e vídeos foram extraídas de um computador e telefone furtados por desconhecidos na sua residência, em Maio de 2019, cujo processo de averiguação está registado com o número 968/019/PRG-SIC Provincial e corre trâmites naquela instituição.

Avançou que em Março do presente ano 2020, recebeu vários telefonemas dos assaltantes, pedindo para que resgatasse o seu computador e telefone a troco de três mil dólares, com a advertência de que se não o fizesse publicariam as imagens.

Para garantir o funcionamento da instituição, o plenário nomeou, com nove votos, José dos Santos como presidente interino, até o veredicto final do Conselho Superior da Magistratura Judicial.

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