“Enquanto Presidente da Guiné-Bissau vou falar com os amigos americanos para que se acabe com o embargo à Cuba. Tem de acabar”, declarou Sissoco Embaló, no ato de boas-vindas a uma equipa médica cubana que chegou a Bissau, na sexta-feira passada, para ajudar o país a combater a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Expressando-se em castelhano, Umaro Sissoco Embaló frisou que os 23 elementos da brigada médica cubana estão em sua casa e que os povos guineense e cubano “são irmãos”, fruto de relações de amizade entre os dois países.

O Presidente guineense agradeceu à equipa médica cubana que “veio ajudar na guerra contra o coronavírus” e terminou o seu discurso, de improviso, com o chavão da revolução cubana: “Pátria ou morte”, no que foi correspondido pelos cubanos em uníssono: “Venceremos”.

O novo coronavírus, detetado na Guiné-Bissau desde 25 de março, já infetou um total de 1.654 pessoas e provocou 24 mortes.

Mais de 300 pessoas já recuperaram da doença.

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