O objectivo é responsabilizar criminalmente estas acções, no quadro do combate à corrupção em curso no país, segundo o sub-procurador-geral da República no Namibe, Pedro Fonseca.

Em entrevista à Angop, o sub-procurador revelou que, actualmente, a PGR trata de processos ligados aos sectores da educação, saúde, pescas e da Caixa Social das Forças Armadas Angolanas (FAA), cujos gestores serão chamados nos próximos tempos.

Os referidos processos foram instruídos pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) e reencaminhados à procuradoria.

Os casos estão relacionados com o concurso público da educação, realizado em 2016, com os dois contentores de fármacos que se deterioraram, causando assim poluição ao meio ambiente (saúde), e corrupção de fiscais na área das pescas.