Um comunicado de imprensa, divulgado hoje, avança que foram constituídos arguidos até ao momento, um funcionário da Imogestin — Benguela (entidade que promove e gere as centralidades), dois professores, uma funcionária da administração municipal do Lobito, um trabalhador de uma empresa petrolífera, uma funcionária do Tribunal de Comarca de Benguela e dois funcionários da direção provincial de Benguela do Instituto Nacional de Habitação, um deles chefe de departamento provincial.

Da lista de arguidos fazem parte também três funcionários do governo provincial de Benguela, nomeadamente um assessor para a área social, um funcionário do gabinete de comunicação social, um funcionário do protocolo, e seis efetivos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) do Lobito.

O documento sublinha que os cidadãos foram constituídos arguidos por existirem fortes suspeitas da prática dos crimes de concussão (extorsão por parte de funcionários públicos), furto, burla por defraudação, associação criminosa, tráfico de bens roubados e outros bens, recebimento indevido de vantagens, corrupção ativa e passiva e tráfico de influências.

Após interrogatório do grupo, as autoridades judiciais decidiram aplicar a medida de prisão preventiva a 11 cidadãos, dos quais se destacam a funcionária do tribunal, o funcionário do Instituto Nacional de Habitação e os efetivos do SIC.

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