Numa nota publicada em Washington na segunda-feira, 10, o director executivo da FoA, Florindo Chivucute, fez saber que a sua organização solicitou também mais informações sobre as entidades que têm beneficiado dos apoios do Banco Mundial, incluindo o governo angolano.

Chivucute disse, entretanto, que tais pedidos não têm sido respondidos pelo escritório do BM, tanto em Angola como na capital americana.

O Governo angolano recebeu no princípio deste ano um financiamento de 1.500 milhões de dólares daquela instituição para os próximos três anos.

Para o director da SOS Habitat, André Augusto, a preocupação da FoA, a organização criada em 2014 e sediada em Washington, é vinculativa a todos os angolanos amantes da transparência e da gestão responsável dos fundos públicos.

Por seu turno, o responsável da Associação Mãos Livres, Salvador Freire, considerou que a advertência da organização é indicativa de que o novo Governo de Angola está ser monitorizado, não só pelas instituições nacionais, mas também por todas as organizações cívicas que têm as mais diversas ligações com Angola e com os angolanos.

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