Em notas de condolências a que a Angop teve acesso, o MPLA destaca Miguel Kiassekoka como um camarada de causas, princípios e valores em defesa dos angolanos.

Por outro lado, aponta o nacionalista moçambicano José Horta como amigo do povo angolano e do MPLA.

O MPLA considera que a morte dos dois nacionalistas representa um vazio impossível de preencher.

Médico e homem de cultura, Miguel Kiassekoka, natural de Maquela do Zombo, Uíje, onde nasceu em Julho de 1954, morreu, no domingo, em Portugal, aos 65 anos de idade.

Como profissional de saúde, a sua carreira ficou marcada pela participação na criação da 9ª Região Político-Militar, como chefe dos Serviços de Assistência Medico-Militar das FAPLA, além do exercício dos cargos de Delegado Provincial da Saúde em Malanje e Director Nacional de Saúde Pública.

Doutorado em Saúde Pública, exerceu ainda o cargo de Inspector-Geral de Saúde e de Conselheiro Regional para as Políticas e Sistemas de Saúde em África da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Já José Horta, que morreu aos 85 anos de idade, foi conselheiro do MPLA  entre os anos de 1960 e 1961.

Nascido em Inhamússua, integrou o movimento de estudantes que se destacaram no período de luta pela libertação das colónias africanas portuguesas.

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