Kisseque de 32 anos de idade foi atacado a 38 quilómetros da sede capital da província quando exercia actividade de táxi no troço Uíge – Negage.
“Já tenho os meus advogados, quando eu me recuperar vamos formalizar o processo, porque eu conheço os dois indivíduos que trabalham na PIR”, contou o activista Kisseque que disse que o ataque se deu quando os viaajantes pediram que ele parasse o veículo para urinarem no mato e depis balearam-nos varias vezes nas pernas.
Kisseque tem organziado e participado em manifestações contra a m’a governação.
O activista social Olavo Castigo acredita existir uma “mão invisível” por parte do governo local, e prometeu uma manifestação de repúdio ao ataque na próxima semana.
Por sua vez o correspondente da Amnistia Internacional Leo Paxi Keneata condenou veemente a acção e prometeu fazer chegar o caso à comunidade Internacional.
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