Em Nova Iorque, o porta-voz das Nações Unidas precisou que o acordo de paz deve ser baseado nas resoluções da ONU, leis internacionais e acordos bilaterais. A organização das Nações Unidas disse ainda que se mantém fiel às fronteiras definidas em 1967.

Entre os aliados dos Estados Unidos, Londres qualificou o acordo de paz como uma “proposta séria” e que “pode constituir um avanço positivo”.

O ministro saudita dos Negócios Estrangeiros “apreciou” os esforços de Donald Trump acrescentando que os desentendimentos à volta do plano americano devem ser resolvidos através das negociações.

Ao telefone com Mahmoud Abbas o rei Salmane disse que o apoio com o povo palestiniano é “inquebrável”.

Por seu lado, o chefe da diplomacia da União Europeia Josep Borrel contentou-se em garantir que a EU vai estudar e avaliar as propostas avançadas”, sublinhando porém o compromisso com “uma solução negociável e viável para os dois Estados”.

A Rússia defendeu “negociações directas” entre Israel e a palestina, de forma a se alcançar um compromisso aceitável.

O presidente dos Estados Unidos propôs um estado palestiniano independente, mas anunciou que Jerusalém “permanecerá como a capital indivisível de Israel”.

Donald Trump reconhece a anexação de colonatos israelitas em território palestiniano e que Israel terá soberania no Vale do Jordão.

Numa carta enviada a Abbas, Trump explica que o plano exige o congelamento da construção de novos colonatos israelitas por quatro anos.

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