O presidente do Conselho de Administração e da Comunicação Executiva do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Ricardo Viegas de Abreu, disse em conferência de imprensa que o  vazamento da lista de devedores do BPC para as redes sociais foi um acto de vandalismo e que a lista não corresponde à verdade.

"Nós baseamos a nossa actividade em critérios de ética e sigilo profissional, aos quais estamos profundamente ligados. Portanto, o código deontológico em vigor no banco não permite determinados tipos de práticas. É óbvio que todos aqueles que, eventualmente, queiram violar as mesmas regras têm que ser exemplarmente punidos e sancionados, portanto há mecanismos de controlo para aprimorar e assegurar os factos”, disse o director a propósito da alegada fuga de informação.

Foi apresentado esta segunda-feira no Hotel Epic Sana, em Luanda, num encontro aberto a jornalistas, o plano de acções imediatas. Depois dos primeiros 100 dias em exercício, a administração do BPC desenvolveu um plano de acções integrado, que visa a operacionalização do negócio bancário e a revitalização de toda a actividade comercial do banco.

Entre os vários assuntos debatidos no encontro, o crédito malparado foi um dos que esteve em cima da mesa. "Para os gestores a recuperação do crédito malparado não depende nem da vontade e empenho do próprio agente económico, nem do esforço do banco na perseguição desse objectivo", afirmou o presidente do Conselho de Administração. (CONFIRMA!!!)

Acrescentando ainda que "é óbvio que há outros casos que têm a ver com o mau julgamento e enquadramento do crédito no tempo e no espaço. E recordar que o BPC não pretende fechar agências nem demitir pessoal, mais irá diminuir custos".

 

 

Priscila Jorge/SAPO

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