As duas companhias têm como destinos comuns as cidades de Joanesburgo, na África do Sul, Dar-Es-Salaam, na Tanzânia e Nairobi, no Quénia, onde serão feitas as conexões entre voos, sem ser necessário trocar de bilhete.

Assim, um bilhete do grupo Air France/KLM poderá ter como destino qualquer um dos destinos domésticos da LAM e vice-versa.

“Esta parceria com a Air France/KLM irá ampliar a nossa rede de ligações para fora de África”, referiu o diretor-geral da LAM, João Carlos Pó Jorge na nota em que é anunciado o acordo comercial (designado como ‘interline e SPA: Special Prorate Agreement’).

O reforço do investimento francês em Moçambique é liderado pela petrolífera Total que, em setembro de 2019, passou a liderar o projeto de exploração de gás natural da Área 1, ao largo de Cabo Delgado, o maior investimento privado em África, a rondar 20 mil milhões de dólares.

Outras empresas do país europeu estão presentes nos setores de bebidas, logística, energia e, desde este ano, na cabotagem marítima.

Moçambique suspendeu os voos com o estrangeiro desde meados de maio para prevenção da covid-19, mas o Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou no domingo que as ligações serão retomadas com alguns países, sem especificar quais ou em que datas.

Moçambique regista um total de 903 casos de infeção pelo novo coronavírus, seis óbitos e 248 pessoas recuperadas, segundo as últimas atualizações do Ministério da Saúde.

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