Os manifestantes lançaram pedras e atearam alguns fogos, com os agentes a responderem com o lançamento de gás lacrimogéneo, segundo imagens transmitidas pela televisão.

Dezenas de pessoas voltaram a concentrar-se no centro da capital, nos arredores do parlamento, onde no sábado e no domingo também decorreram protestos contra a liderança política do país, e na sequência da catástrofe da passada terça-feira no porto de Beirute, onde uma devastadora explosão provocou pelo menos 160 mortos e 6.000 desaparecidos.

No sábado registou-se o mais importante protesto após a tragédia e a manifestação degenerou em violência com um balanço de 250 feridos, de acordo com a Cruz Vermelha libanesa, e um polícia morto.

No domingo os confrontos foram limitados e a Cruz Vermelha assistiu alguns feridos, mas sem fornecer um número exato.

Os manifestantes voltaram hoje às ruas, apesar de demissão em bloco do Governo, como anunciou o ministro da Saúde, Hamad Hassan, após uma reunião do executivo.

O ministro indicou que o chefe do Governo tinha previsto uma comunicação ao país para apresentar a sua renúncia, após terem sido anunciadas diversas demissões de ministros no domingo e durante o dia de hoje.

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