Na cidade do Sumbe onde começam os trabalhos da visita presidencial, João Lourenço vai presidir a uma reunião do conselho de governação local com ministros de estado, ministros, secretários de estado, governadores provinciais e demais entidades convidadas.

Segundo nota de imprensa da presidência da república, João Lourenço vai igualmente constatar o andamento de algumas obras sociais, além da audiência que vai conceder a membros da sociedade civil.

Francisco Boaventura disse que para a juventude da província a falta de emprego é “o problema fulcral”.

Outros problemas apontados por Boaventarua são “o índice de fome”, os preços “exorbitantes” da cesta básica e a falta de poder de compra da população.

Outros cidadãos criticaram o facto de muitas obras que poderiam ser feitas a qualquer momento só são feitas quando o chefe de estado visita.

Bengue Moura disse que com a visita do presidente “naturalmente tudo mexe”.

“As limpezas que nunca foram feitas, são feitas no dia quando vem a visita e, isso é um hábito muito errado”, disse este cidadão do Sumbe.

Essa opinião encontrou eco em Domingos Sobral que essa atitude significa que  “os nossos governantes locais, só governam para o chefe e não governam para o povo”.

“Se o chefe não se desloca a um local, eles ficam a dormir à sobra da bananeira, isso é condenável”,  acrescentou.

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