Isaías Samakuva, que foi líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), desde 2003 até novembro deste ano, disse que o trabalho continua e o propósito é o mesmo: levar o partido ao poder político.

“Queremos chegar ao poder político, para que com ele possamos mudar a situação do nosso país”, disse Isaías Samakuva, em declarações à imprensa no final da tomada de posse dos novos 51 membros do executivo nacional, provincial e representantes parlamentares nomeados pelo novo líder da UNITA, Adalberto da Costa Júnior.

O substituto do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi, após a sua morte em 2002, disse que durante o seu mandato conseguiu “estabilizar o partido”, mas “a fase que era de renovar as esperanças nas mentes de todos os cidadãos, até dos militantes, acabou”.

“Agora precisamos de facto de uma fase de catapultar o partido para a vitória”, frisou Isaías Samakuva, destacando que o seu contributo será o mesmo.

“Vamos levar juntos dos cidadãos, dos angolanos, (mensagem) a ver se os motivamos, se os convencemos, no sentido de que a UNITA ainda é o melhor partido, que pode resolver os problemas que os angolanos vivem, é o partido que pode trazer prosperidade a Angola”, frisou.

Para o político, “a UNITA está no bom caminho, está a galgar a montanha, está quase a chegar ao cimo”.

Isaías Samakuva foi substituído no cargo por Adalberto da Costa Júnior, eleito no XIII congresso ordinário da UNITA, que se realizou de 13 a 15 deste mês.

À liderança do partido concorreram com Adalberto Costa Júnior, Alcides Sakala, Raul Danda, nomeado na nova equipa de dirigentes do partido, primeiro-ministro do Governo Sombra, Abílio Kamalata Numa, eleito secretário nacional para os Antigos Combatentes e Desmobilizados, Autossuficiência e Treinamento Doutrinário, e José Pedro Cachiungo.

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