Segundo o IGAPE, em nenhum contacto com investidores “que se mostram interessados na alienação de participações nos ativos financeiros descritos no PROPRIV [programa de privatizações lançado pelo governo angolano no ano passado]” foi referida a privatização do BPC.

“A referida instituição está no início da implementação do seu Programa de Reestruturação que permitirá enfrentar os diversos desafios que tem pela frente, bem como cumprir com a sua função no sistema financeiro angolano”, destaca, num comunicado, sublinhando que a privatização do BPC não está prevista no PROPRIV.

O IGAPE afasta assim qualquer “suposto interesse de entidades internacionais” na privatização do BPC, destacando que o PROPRIV prevê, na área financeira, a alienação das participações no Banco Angolano de Investimentos, no Banco Caixa Geral Angola e na ENSA – Seguros de Angola, bem como a privatização do Banco de Comércio e Indústria.

Atualmente, decorre já o concurso para a contratação dos intermediários financeiros que serão responsáveis pela avaliação destes ativos e preparação de propostas de calendário de privatização.

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