A determinação foi emitida pelo Departamento de Estado americano e pretende evitar que mulheres grávidas entrem no país apenas para terem o parto, beneficiando os filhos de passaporte americano.

A medida atende a um pedido de conservadores, que há muito criticam o que eles chamam de “bebés âncora”, crianças nascidas em solo americano e usadas por seus pais para atrair outros membros da família.

O Presidente Donald Trump já tinha criticado a disposição constitucional que concede cidadania aos dos bebés nascidos em solo americano.

“O turismo de nascimento apresenta riscos à segurança nacional”, escreveu Carl C. Risch, secretário adjunto de Assuntos Consulares do Departamento de Estado, que acrescentou: “A indústria do turismo de nascimento também está repleta de atividades criminosas, incluindo esquemas criminais internacionais”.

O chamado “turismo de nascimento” é um lucrativo negócio com empresas a cobrar até 80 mil dólares para facilitar a prática, oferecendo quartos de hotel e assistência médica.

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