O deputado falava no Lubango onde manteve um encontro com a vice governadora da Huíla Maria Chipalavela e onde a UNITA iniciou as suas “Jornadas Parlamentares” que se irão na sexta-feira transferir para o Cunene

“As populações continuam a viver um drama absoluto, a correr de um lado par ao outro à procura de água à procura de alimentos.”, disse Adalberto da Costa Júnior que disse ainda que relatórios dos próprios governos provinciais indicam que “as respostas são ínfimas em relação aos desafios”.

“O governo central precisa de ser chamado a um pragmatismo maior porque morre gente e não se justifica que morram angolanos na Huíla~, Cunene” Cuando Cubango muito menos em Benguela”, acrescentou o dirigente parlamentar da UNITA que frisou que o seu partido “quer ajudar”.

Adalberto da Costa Júnior disse ainda que o governo deveria decretar o estado de “calamidade nacional”.

Por seu turno a vice-governadora da Huíla disse que hã programas do governo para se fazer face ao recorrente problema da seca.

“Nós temos um quadro de resiliência à seca que foi estruturado pelo Governo de Angola e há também programas financiados pela União Europeia, como o FRESAN, para trabalharmos neste sentido e irmos buscar medidas mais sustentáveis”, salientou a governante após o encontro com deputados da UNITA,

Maria Chipalavela acrescentou que as autoridades locais e governamentais têm tentado mitigar os problemas entregando bens alimentares, incluindo milho, feijão, óleo, peixe e água e que está definido “um plano até ao final do ano

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