O ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, anunciou que a França tenciona contribuir com uma ajuda massiva e imediata, no âmbito do G20, para os países de economia mais frágil.

Segundo Le Maire, a França deseja que os DSE (Direitos de Emissão Especial), uma espécie de moeda virtual do Fundo Monetário Internacional, passem a 500 mil milhões adicionais, de forma a ter créditos mais importantes, para os países economicamente em dificuldade.

A França defende igualmente uma moratória no que toca à dívida dos Estados frágeis, assim como para os seus congéneres em desenvolvimento.

No decurso da reunião por videoconferência, organizada sob a égide da Arábia Saudita, os ministros das Finanças e os dirigentes dos bancos centrais do G20 concordaram em procurar soluções para a dívida dos países de baixo rendimento, bem como ajudar os Estados emergentes, como parte de um plano visando lutarcontra a pandemia de coronavírus.

As medidas anunciadas ocorrem depois dos líderes do G20 terem preconizado, a semana passada, a criação de uma “frente unida “ contra as consequências da epidemia e decidido injectar 5 trilhões de dólares na economia mundial para evitar uma recessão profunda.

O governo saudita afirmou também que os ministros das Finanças e os Bancos Centrais dos países industrializados e emergentes congratularam-se pelo pacote de ajuda emergencial de 160 mil milhões de dólares aos países do G20, que vai ser disponibilizado pelo FMI nos próximos quinze meses.


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