De acordo com um anúncio publicado no Jornal de Angola, o concurso público está  aberto  a participação  de entidades nacionais e  estrangeiras  e  a entidade  contratante tem disponível um valor de 820 milhões e 560 mil kwanzas, para um período de execução de serviços de 12 meses.

Aos concorrentes, a direcção do Fundo de Fomento Habitacional  está a  exigir, entre outros  documentos  necessários,  a prova  que habilita a empresa a exercer a actividade de segurança pelo Ministério do Interior.

Com esta iniciativa, o  Estado procura manter a segurança do património  habitacional das mais de 15 centralidades  erguidas nas províncias  de Luanda,   Benguela,   Bengo,  Namibe,  Huíla,  Huambo e  outras em  fase  de conclusão  em Malanje, Cuando Cubango, Bengo, Zaire, Cuanza Norte e Lunda Sul, cujas obras de alguns desses projectos estiveram paralisadas por falta de financiamento.

Desde  Março  deste ano que foi atribuído a  competência, em Decreto Presidencial, ao FFH  e  ao  Instituto Nacional de  Habitação (INH) todos os projectos habitacionais construídos e a ser edificados no país, incluindo as centralidades, antes geridos pela imobiliária "Imogestin.

Entre  outras  competências, o  FFH  tem  o papel de assegurar, em representação do Estado, a titularidade  dos projectos  habitacionais  ao  abrigo do  Programa  Nacional do Urbanismo  e  Habitação  ou adquiridos  com  recurso  aos  activos do fundo.

Contribuir para o financiamento  de programas  habitacionais  de interesse social,   promovidos pelos serviços  públicos, cooperativo  e privado,   são entre  outras  competências   do  Fundo de Fomento Habitacional de Angola.

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