A ajuda americana à operação Barkhane do exéricito francês na África ocidental está orçada em 45 milhões de dólares por ano.

Um auxílio implementado há quase sete anos em termos de meios de informação e de vigilância incluindo drones, mas também no domínio do reabastecimento de aeronaves e transporte logístico.

Ora o chefe de Estado maior americano, general Mark Milley, tinha anunciado a intenção de Washington em reduzir a respectiva presença em África.

A concretizar-se esta ameaça seria um golpe substancial para o dispositivo francês no Mali, Niger e Burkina Faso, de luta contra o extremismo islâmico.

A França apelou hoje, através do seu chefe da diplomacia Jean-Yves Le Drian, a que os Estados Unidos se mantivessem lúcidos para manter esta parceria no âmbito da luta contra o terrorismo.

Neste sentido a ministra francesa do exército Florence Parly avista-se nesta segunda-feira à noite em Washington com o seu homólogo Mark Esper.


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